Viagem
Montar um roteiro que cabe no dia
Um roteiro útil cabe a pé ou num deslocamento curto. Lista de dez pontos em bairros opostos vira trânsito, não passeio.
Um bairro por período
Manhã num lugar, tarde noutro. Marque no mapa a distância real, não a distância que parece pequena no celular com o zoom afastado. Se dois pontos exigem mais de meia hora de caminho, escolha um deles para o dia.
Três paradas, não doze
Uma visita principal, uma secundária e um tempo livre para sentar. Museu, praça e almoço já preenchem uma manhã. O tempo livre não é falha do plano. É o espaço em que a cidade aparece sem horário.
Plano de chuva no mesmo papel
Escreva, ao lado, o que fazer se chover: um museu, uma livraria, um mercado coberto. Sem essa linha, o dia molhado vira improviso cansado. O texto chegar numa cidade trata do primeiro passeio, antes de encher a lista.
O que este roteiro não é
Não indica hotel, passeio pago nem “imperdível”. Horário de funcionamento muda. Confirme no site do lugar na véspera. Patrimônio e centro histórico pedem o mesmo cuidado descrito em patrimônio cultural.